quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O impossível é apenas uma palavra!

A educação do olhar.
Vamos olhar para o potencial humano?
E viva as diferenças!
Seja feliz!
Assista o vídeo quando clicar no link abaixo.

https://www.facebook.com/video.php?v=793016960716592

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Entre o querer e o realizar: Atendimento às Dificuldades de Aprendizagem na Rede Municipal de Ensino de Uberlândia

Mais um artigo publicado por uma revista científica. Convido a ler com atenção e ainda, sintam-se à vontade para deixar sua opinião sobre a leitura.
Essa pesquisa foi motivada pelo interesse que tenho pela Educação, principalmente na atuação junto às pessoas que apresentam dificuldades de aprendizagem; me instiga conhecer, reconhecer, intervir/mediar até que saiam dessa condição, seja o aprendente, o ensinante ou a família. Todos precisam ser apoiados.
Sou uma pessoa totalmente realizada naquilo que faço e como consequência, realizo meu trabalho. Como é prazeroso após 30 anos a serviço da Educação, sentir-me como se estivesse começando...

Desejo uma excelente leitura!

http://www2.unemat.br/revistafaed/content/vol/vol_20/Faed_20.pdf



quarta-feira, 14 de maio de 2014

Amor de Mãe


Minha mãezinha querida, hoje apesar de você ter um olhar distante por não compreender o que se passa a sua volta, trago em minha memória sua pessoa, um Ser tão especial, uma fortaleza e ao mesmo tempo um jeito doce de aconselhar, a determinação, sua autoridade e sabedoria marcada na vida de tantas pessoas. Logo que casou, ainda muito jovem ajudou o esposo na criação dos irmãos, pois ficaram órfãos muito cedo e depois os doze filhos com imensa dedicação. Vez ou outra as lembranças trazem à memória os momentos de infância e hoje não foi diferente: a sessão faxina na hora do banho do sábado, as lições tomadas: leituras e tabuadas, sua presença em todas as reuniões que a escola marcava. Os vestidinhos costurados com tecidos simples, mas em cada ponto cosido, o toque de carinho e criatividade. Seu cuidado quando uma gripezinha, febre ou tosse surgia. O sabor dos chás com um toque de limão, de alho, ah! Muitas vezes difícil de engolir, mas a sensação de cura mediante sua prescrição caseira e preocupação fazia com que a deglutição fosse abreviada. Nesses momentos o cuidado era tamanho que me dava opção de não me alimentar costumeiramente, mas perguntava o que eu queria comer, só pra ver o sorriso brotar no meu rosto e ver as bochechas gordinhas se moverem num gesto de alegria! Lembro que ainda quando solteira, ficava até alta madrugada planejando aulas, corrigindo cadernos e fazendo os temíveis "fichamentos" das aulas da faculdade. Minha mãe sentava comigo na mesa da copa, local onde realizava essas atividades e ficava ali comigo, como companhia. Muitas vezes via que dava uns cochilos, eu dizia que podia dormir, mas ela ficava atenta, me velando, enquanto eu trabalhava ou estudava. Nos desafios vivenciados sempre tinha uma intercessora: vestibular, a carteira de habilitação, as grandes escolhas e até as provas do mestrado. Esse último consegui compartilhar com ela que já apresentava traços da doença com dificuldade em compreender o desafio, mas conseguiu perguntar o resultado, dizer que estava na torcida e se alegrar comigo. Minha mãe, uma pessoa incomparável! Uma mãe que soube dar afeto com firmeza, limites com ensinamentos e esses com exemplo. Ainda, nesse breve relato não poderia deixar de mencionar algo que jamais conseguirei esquecer e trago como um grande exemplo pra minha vida: nunca presenciei uma briga entre meus pais, incrível não é mesmo? E ainda, ela não iniciava sua lida diária antes de colocar-se diante de Deus para entregar cotidianamente sua vida, bem como de seus filhos, esposo, netos, amigos. Uma mulher sempre aos pés do Senhor. Hoje agradeço a Deus por me presentear com essa referência em minha existência e contribuir na construção da pessoa que sou. Parabéns mamãe querida! Você tem cumprido seu propósito até mesmo sem nos conhecer mais, pois temos você para abraçar, afagar, beijar. Te amo!


sábado, 12 de abril de 2014

A escolarização de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, do espectro do autismo e altas habilidades superdotação

Hoje participamos de um sábado de estudos na E. M. Professora Josiany França em Uberlândia-MG. O objetivo foi refletir e dialogar com os professores do 2º período ao 9º ano, sobre suas práticas pedagógicas, repensando as concepções do ser humano, mundo, sociedade, educação.
Iniciamos com o vídeo "Cuerdas". Foi um momento de grande sensibilização. O vídeo é rico, maravilhoso!

https://www.facebook.com/photo.php?v=627886157304344&set=vb.254476531311977&type=2&theater

Após, iniciamos a reflexão conforme os slides abaixo:













Foi um momento muito rico com a interlocução dos professores onde contaram suas experiências de vida e discutimos ainda os casos de alunos com baixa visão, paralisia cerebral, deficiência intelectual entre outros, os limites e as possibilidades de cada um e ainda, sua atuação junto a eles.

Após, refletimos o conto de Fanny Abramovich e suas lembranças sobre sua professora D. Licinha. Discutimos sobre o diferencial dessa professora e as marcas positivas na vida da aluna.

Fechamos a fala com a reflexão do cômico vídeo dos 3 porquinhos, onde não estavam atentos ao contexto e as possibilidades de mudança que os levaram a perder a oportunidade de uma ilustre visita.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Feliz Continuidade de Vida...

Há poucos dias atrás recebemos muitas felicitações pelo ano que iniciaria; muitos votos para um ano novo repleto de realizações, saúde, paz, amor, alegrias...
Esse período me fez refletir bastante no que escreveria nesse espaço para os leitores que me acompanham e como o tempo passa tão rápido, nem me dei conta que hoje já estamos no primeiro dia da segunda quinzena de janeiro de 2014!
No afã das festas e comemorações, confesso, fiquei um tanto quanto “contagiada” com as repetitivas frases de “Feliz Ano Novo” e até pensativa em relação a esse recorte no tempo onde muitas vezes nasce um sentimento mágico de conclusão de um ano e início de outro. Essa mágica me fez lembrar as palavras do grande escritor Carlos Drummond de Andrade quando menciona em um dos seus poemas que a ”ideia de cortar o tempo em anos industrializou a esperança quando chegamos no limite da exaustão”, ou seja, nos acostumamos com a dinamicidade dos 365 dias de um ano e quando chegamos perto da finalização do que chamamos um ciclo anual, somos tomados pelo cansaço, enfado e a fadiga das muitas tarefas e atribuições que abraçamos ou que fomos expostos; como se concluir um ciclo enfadonho e fatigante nos levasse em questão de segundos pra um outro novo, original, puro e inocente “ano novo”! E é incrível o quanto acreditamos nessa magia. O recorte e a virada para um novo ano nos envolve em novos sonhos, propósitos e realizações. Até aí tudo bem, mas muitas vezes esquecemos que logo seremos sugados pelo turbilhão de afazeres e novamente emergimos no ritmo dos velhos hábitos e atitudes, fazendo com que o ano novo se torne velho.
Com esse movimento recursivo, nossa vida passa com rapidez e nem nos damos conta das perdas irreparáveis impostas pela velocidade do tempo. Perdemos a beleza dos dias e seu cenário multicolorido presenteado diariamente pela natureza, perdemos os muitos tons do céu, as multifacetadas formas das nuvens, o surgimento do arco-íris, o calor e intensidade dos abraços, não compreendemos a linguagem não verbal expressa pelo sorriso. Não percebemos o olhar profundo dos nossos queridos que pedem um diálogo, uma atenção. Não temos tempo pra entender as entrelinhas das discussões e isso faz com que muitas vezes respondamos com a incompreensão...
Assim, penso que não teremos ano novo se as atitudes forem antigas,
Não teremos ano novo se a mente não for renovada,
Não teremos ano novo se os novos objetivos não encontrarem com a fé, a esperança e a determinação...
Não teremos ano novo se o traje for novo, mas o corpo, a mente e o espírito não forem ressignificados,
Não teremos ano novo se de fato não vivermos todos os 365 dias do ano em novidade de vida...
Que tenhamos não apenas um ano novo, mas uma vida nova, mente e atitudes transformadas a cada dia; caso contrário ocorrerá apenas a mudança cronológica porém, a reprodução de velhos hábitos num velho Ser Humano.
Desta feita, minha intenção nesse momento não é de apenas desejar um Feliz Ano Novo às vésperas ou nas primeiras horas do mês de janeiro, antes, quis colocar em prática a racionalidade e a emoção para compreender esse momento e repartir com cada um de vocês esse singelo texto para desejar-lhes “Feliz Continuidade de Vida” com muita presença de Deus para nos conduzir até o fim dos nossos dias!

"Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável." Romanos 12:2