Tenho uma filha e dois filhos; são lindos, maravilhosos! Um presente pra minha vida e minha família.
Os (as) filhos (as) são importantes na constituição de um lar. Representam a completude de uma união, a herança que nos é deixada por Deus.
No entanto, tê-los (as), fazê-los (as) desenvolver e vir a ser (devir) não é uma tarefa tão simples. É necessário muita dedicação, paciência, firmeza e oração. Precisam de uma base, uma estrutura para que se sintam firmes, fortalecidos e confiantes. Tudo com muita moderação para não fazê-los demasiadamente dependentes a ponto de não conseguir fazer suas escolhas. O vínculo familiar deve ter como resultado, a constituição de pessoas saudáveis emocionalmente, autônomas e felizes.
Conhecer seu (sua) filho (a) é condição fundamental e uma questão importante é lembrar que quando se tem mais de um (uma) filho (a), torna necessário lembrar que são iguais e diferentes!
São iguais no sentido de terem a mesma educação, as mesmas condições, a mesma atenção. Porém, diferentes e singulares, naquilo que é necessário para desenvolver sua própria identidade.
Torna necessário não haver comparações entre os comportamentos, os ritmos de aprendizagem, as escolhas profissionais. Nós pais e mães devemos ajudá-los (las) a conhecer a si mesmo e talvez a se "reconhecer" para desenvolver ao máximo e com toda integralidade seu potencial humano que quase sempre será bastante diferenciado um (uma) do (a) outro (a), conforme a área específica: acadêmica, artística, esportiva, musical, humanística, corporal, entre outras. Todo potencial é importante, nenhum sobressai ou é menos importante que outro.
Nós, pais e mães somos responsáveis por cuidar e andar lado a lado no percurso da existência de cada filho (a) e nesse ato, nossas ações expressarão muito mais que muita palavra e muito conselho verbalizado.
Nossos filhos são como flechas que lançamos para que acertem o alvo. Que esse alvo encontre um Ser Humano inteiro, realizado e totalmente feliz. A humanidade agradecerá!
A foto abaixo mostra meus dois filhos e minha filha e algumas de suas escolhas. Com essa postagem os/a homenageio nesse dia da criança.
Vicissitudes
Educação, Processos de Ensino e Aprendizagem, Psicopedagogia Institucional e Clínica, Atendimento Educacional Especializado, Família... Sejam bem-vindos!
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
IV Congresso de Psicopedagogia da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia

Psicopedagogos/as, Profissionais da Educação e Saúde...
O VI Congresso de Psicopedagogia da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia já está com as inscrições abertas, inclusive com apresentação de trabalhos.
Não fiquem de fora. Tudo planejado com excelência!
Acessem o link abaixo e confiram:
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
O impossível é apenas uma palavra!
A educação do olhar.
Vamos olhar para o potencial humano?
E viva as diferenças!
Seja feliz!
Assista o vídeo quando clicar no link abaixo.
https://www.facebook.com/video.php?v=793016960716592
Vamos olhar para o potencial humano?
E viva as diferenças!
Seja feliz!
Assista o vídeo quando clicar no link abaixo.
https://www.facebook.com/video.php?v=793016960716592
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Entre o querer e o realizar: Atendimento às Dificuldades de Aprendizagem na Rede Municipal de Ensino de Uberlândia
Mais um artigo publicado por uma revista científica. Convido a ler com atenção e ainda, sintam-se à vontade para deixar sua opinião sobre a leitura.
Essa pesquisa foi motivada pelo interesse que tenho pela Educação, principalmente na atuação junto às pessoas que apresentam dificuldades de aprendizagem; me instiga conhecer, reconhecer, intervir/mediar até que saiam dessa condição, seja o aprendente, o ensinante ou a família. Todos precisam ser apoiados.
Sou uma pessoa totalmente realizada naquilo que faço e como consequência, realizo meu trabalho. Como é prazeroso após 30 anos a serviço da Educação, sentir-me como se estivesse começando...
Desejo uma excelente leitura!
http://www2.unemat.br/revistafaed/content/vol/vol_20/Faed_20.pdf
Essa pesquisa foi motivada pelo interesse que tenho pela Educação, principalmente na atuação junto às pessoas que apresentam dificuldades de aprendizagem; me instiga conhecer, reconhecer, intervir/mediar até que saiam dessa condição, seja o aprendente, o ensinante ou a família. Todos precisam ser apoiados.
Sou uma pessoa totalmente realizada naquilo que faço e como consequência, realizo meu trabalho. Como é prazeroso após 30 anos a serviço da Educação, sentir-me como se estivesse começando...
Desejo uma excelente leitura!
http://www2.unemat.br/revistafaed/content/vol/vol_20/Faed_20.pdf
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Amor de Mãe
Minha mãezinha querida, hoje apesar de você ter um olhar
distante por não compreender o que se passa a sua volta, trago em minha memória
sua pessoa, um Ser tão especial, uma fortaleza e ao mesmo tempo um jeito doce
de aconselhar, a determinação, sua autoridade e sabedoria marcada na vida de tantas pessoas. Logo que
casou, ainda muito jovem ajudou o esposo na criação dos irmãos, pois ficaram
órfãos muito cedo e depois os doze filhos com imensa dedicação. Vez ou outra as
lembranças trazem à memória os momentos de infância e hoje não foi diferente: a
sessão faxina na hora do banho do sábado, as lições tomadas: leituras e
tabuadas, sua presença em todas as reuniões que a escola marcava. Os
vestidinhos costurados com tecidos simples, mas em cada ponto cosido, o toque
de carinho e criatividade. Seu cuidado quando uma gripezinha, febre ou tosse
surgia. O sabor dos chás com um toque de limão, de alho, ah! Muitas vezes
difícil de engolir, mas a sensação de cura mediante sua prescrição caseira e
preocupação fazia com que a deglutição fosse abreviada. Nesses momentos o
cuidado era tamanho que me dava opção de não me alimentar costumeiramente, mas
perguntava o que eu queria comer, só pra ver o sorriso brotar no meu rosto e
ver as bochechas gordinhas se moverem num gesto de alegria! Lembro que ainda
quando solteira, ficava até alta madrugada planejando aulas, corrigindo
cadernos e fazendo os temíveis "fichamentos" das aulas da faculdade.
Minha mãe sentava comigo na mesa da copa, local onde realizava essas atividades
e ficava ali comigo, como companhia. Muitas vezes via que dava uns cochilos, eu
dizia que podia dormir, mas ela ficava atenta, me velando, enquanto eu
trabalhava ou estudava. Nos desafios vivenciados sempre tinha uma intercessora:
vestibular, a carteira de habilitação, as grandes escolhas e até as provas do
mestrado. Esse último consegui compartilhar com ela que já apresentava traços
da doença com dificuldade em compreender o desafio, mas conseguiu perguntar o
resultado, dizer que estava na torcida e se alegrar comigo. Minha mãe, uma
pessoa incomparável! Uma mãe que soube dar afeto com firmeza, limites com
ensinamentos e esses com exemplo. Ainda, nesse breve relato não poderia deixar
de mencionar algo que jamais conseguirei esquecer e trago como um grande
exemplo pra minha vida: nunca presenciei uma briga entre meus pais, incrível
não é mesmo? E ainda, ela não iniciava sua lida diária antes de colocar-se
diante de Deus para entregar cotidianamente sua vida, bem como de seus filhos,
esposo, netos, amigos. Uma mulher sempre aos pés do Senhor. Hoje agradeço a
Deus por me presentear com essa referência em minha existência e contribuir na
construção da pessoa que sou. Parabéns mamãe querida! Você tem cumprido seu
propósito até mesmo sem nos conhecer mais, pois temos você para abraçar,
afagar, beijar. Te amo!
sábado, 12 de abril de 2014
A escolarização de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, do espectro do autismo e altas habilidades superdotação
Hoje participamos de um sábado de estudos na E. M. Professora Josiany França em Uberlândia-MG. O objetivo foi refletir e dialogar com os professores do 2º período ao 9º ano, sobre suas práticas pedagógicas, repensando as concepções do ser humano, mundo, sociedade, educação.
Iniciamos com o vídeo "Cuerdas". Foi um momento de grande sensibilização. O vídeo é rico, maravilhoso!
https://www.facebook.com/photo.php?v=627886157304344&set=vb.254476531311977&type=2&theater
Após, iniciamos a reflexão conforme os slides abaixo:
Foi um momento muito rico com a interlocução dos professores onde contaram suas experiências de vida e discutimos ainda os casos de alunos com baixa visão, paralisia cerebral, deficiência intelectual entre outros, os limites e as possibilidades de cada um e ainda, sua atuação junto a eles.
Após, refletimos o conto de Fanny Abramovich e suas lembranças sobre sua professora D. Licinha. Discutimos sobre o diferencial dessa professora e as marcas positivas na vida da aluna.
Fechamos a fala com a reflexão do cômico vídeo dos 3 porquinhos, onde não estavam atentos ao contexto e as possibilidades de mudança que os levaram a perder a oportunidade de uma ilustre visita.
Iniciamos com o vídeo "Cuerdas". Foi um momento de grande sensibilização. O vídeo é rico, maravilhoso!
https://www.facebook.com/photo.php?v=627886157304344&set=vb.254476531311977&type=2&theater
Após, iniciamos a reflexão conforme os slides abaixo:
Foi um momento muito rico com a interlocução dos professores onde contaram suas experiências de vida e discutimos ainda os casos de alunos com baixa visão, paralisia cerebral, deficiência intelectual entre outros, os limites e as possibilidades de cada um e ainda, sua atuação junto a eles.
Após, refletimos o conto de Fanny Abramovich e suas lembranças sobre sua professora D. Licinha. Discutimos sobre o diferencial dessa professora e as marcas positivas na vida da aluna.
Fechamos a fala com a reflexão do cômico vídeo dos 3 porquinhos, onde não estavam atentos ao contexto e as possibilidades de mudança que os levaram a perder a oportunidade de uma ilustre visita.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Feliz Continuidade de Vida...
Há poucos dias atrás recebemos muitas
felicitações pelo ano que iniciaria; muitos votos para um ano novo repleto de
realizações, saúde, paz, amor, alegrias...
Esse período me fez refletir bastante no
que escreveria nesse espaço para os leitores que me acompanham e como o tempo
passa tão rápido, nem me dei conta que hoje já estamos no primeiro dia da
segunda quinzena de janeiro de 2014!
No afã das festas e comemorações, confesso, fiquei um tanto quanto “contagiada” com as repetitivas
frases de “Feliz Ano Novo” e até pensativa em relação a esse recorte no tempo
onde muitas vezes nasce um sentimento mágico de conclusão de um ano e início de
outro. Essa mágica me fez lembrar as palavras do grande escritor Carlos
Drummond de Andrade quando menciona em um dos seus poemas que a ”ideia de
cortar o tempo em anos industrializou a esperança quando chegamos no limite da
exaustão”, ou seja, nos acostumamos com a dinamicidade dos 365 dias de um ano e
quando chegamos perto da finalização do que chamamos um ciclo anual, somos
tomados pelo cansaço, enfado e a fadiga das muitas tarefas e atribuições que
abraçamos ou que fomos expostos; como se concluir um ciclo enfadonho e
fatigante nos levasse em questão de segundos pra um outro novo, original, puro
e inocente “ano novo”! E é incrível o quanto acreditamos nessa magia. O recorte
e a virada para um novo ano nos envolve em novos sonhos, propósitos e
realizações. Até aí tudo bem, mas muitas vezes esquecemos que logo seremos
sugados pelo turbilhão de afazeres e novamente emergimos no ritmo dos velhos
hábitos e atitudes, fazendo com que o ano novo se torne velho.
Com esse movimento recursivo, nossa vida
passa com rapidez e nem nos damos conta das perdas irreparáveis impostas pela
velocidade do tempo. Perdemos a beleza dos dias e seu cenário multicolorido
presenteado diariamente pela natureza, perdemos os muitos tons do céu, as
multifacetadas formas das nuvens, o surgimento do arco-íris, o calor e
intensidade dos abraços, não compreendemos a linguagem não verbal expressa pelo
sorriso. Não percebemos o olhar profundo dos nossos queridos que pedem um
diálogo, uma atenção. Não temos tempo pra entender as entrelinhas das
discussões e isso faz com que muitas vezes respondamos com a incompreensão...
Assim, penso que não teremos ano novo se
as atitudes forem antigas,
Não teremos ano novo se a mente não for
renovada,
Não teremos ano novo se os novos
objetivos não encontrarem com a fé, a esperança e a determinação...
Não teremos ano novo se o traje for novo,
mas o corpo, a mente e o espírito não forem ressignificados,
Não teremos ano novo se de fato não
vivermos todos os 365 dias do ano em novidade de vida...
Que tenhamos não apenas um ano novo, mas
uma vida nova, mente e atitudes transformadas a cada dia; caso contrário ocorrerá
apenas a mudança cronológica porém, a reprodução de velhos hábitos num velho
Ser Humano.
Desta feita, minha intenção nesse
momento não é de apenas desejar um Feliz Ano Novo às vésperas ou nas primeiras horas
do mês de janeiro, antes, quis colocar em prática a racionalidade e a emoção para
compreender esse momento e repartir com cada um de vocês esse singelo texto para
desejar-lhes “Feliz Continuidade de Vida” com muita presença de Deus para nos
conduzir até o fim dos nossos dias!
"Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável." Romanos 12:2
"Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável." Romanos 12:2
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